sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Salvemos a raça humana

Existe uma frase fantástica que diz o seguinte: "Os homens sabem fazer grandes inventos, mas não aprenderam ainda a viver como irmãos". Concordo plenamente com o provérbio, pois no mundo em que vivemos, considero um dos maiores males do planeta, a frieza e falta de comiseração das pessoas entre si. Certo dia escutei meu avô falar que o nosso parente mais próximo é o vizinho, pois em caso mais extremos, é o primeiro a que podemos acorrer.Pois bem, as relações entre vizinhos acabaram, moramos a vinte anos em um prédio e sequer sabemos quais os nome deles, as cercas elétricas, os muros altos, o medo de assaltos, de golpes e coisas congêneres embruteceram, "encruaram" o ser humano, que sequer hoje tem vontade de cumprimentar o outro que passa na rua, ou mesmo um sorriso parece custar muito. Isso pode ser o começo da extinção racional da raça humana da terra,em que, sem o próximo nada é. Salvemos urgente a raça humana!
Essa é minha opinião
Kallil Assad

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Paranismo Já

Se não bastasse o paranaense ouvir música gaúcha, se trajar como tal, tomar chimarrão, que originalmente é paranaense, dentre outras manifestações, como se fôssemos, uma comarca atrelada a "pampa gauderia" tal fato ocorreu comigo, quando em viagem ao Chile que faço questão de expor a vocês.
Naquele clima de confraternização de brasileiros no loby do hotel, um paulista perguntou de onde eu era. Respondi que era paranaense, automaticamente ao saber ele me disse:" da terra onde se diz bá tchê"! Respondi admirado que não, que a mesma expressão era dita no Rio Grande do Sul, ou seja dois estados abaixo do meu.O que isso quer dizer, está explicito, nosso estado ainda tem resquícios de quinta comarca da São Paulo, e ainda para completar a autofagia cultural em nosso estado é gigante, logo no vácuo que ficou, a cultura mais forte, mais venerada e conservada entrou e ficou.Por isso, paranaenses, por favor cultivem e preservem nossas manifestações culturais, antes que sejamos mais um pouco chamados de "gaúchos de cima".
Esta é minha opinião
Kallil Assad