Quando fitei para ela, uma admiração tomou conta do meu ser, não tinha uma revista que não fosse de carro, fofocas televisivas, moda e tatuagem, salvo uma publicação discretamente exposta de Machado de Assis. Pensei com os meus botões, isso vai de mal a pior.Daqui a pouco não vamos nem mais ter textos, serão apenas figuras de bonitões, discretos textos com fotos das maiores gafes, e indicação de qual o melhor carro ou melhor tatuagem para se fazer no corpo. E a literatura que é bom, que se dane!
Essa é a minha opinião
Kallil Assad